por Jornal O Tempo
Postado em 31 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
Isso porque a partir de 1º de janeiro começa a valer um novo valor de referência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) a ser cobrado em cada litro vendido de gasolina, etanol e diesel.
No caso da gasolina, o imposto terá uma correção de R$ 0,10 por litro e ficará fixado o valor de R$ 1,57. A cifra também será aplicada ao etanol anidro que é misturado à gasolina. Para o diesel, o ajuste será de R$ 0,05 por litro, chegando a R$ 1,17.
Já sobre o gás de cozinha - cujo ICMS também é negociado pelos secretários de Fazenda em reunião do Confaz - o tributo cobrado, que era de R$ 1,39 por quilo, passa a ser de R$ 1,47. Dessa forma, o ICMS tributado em cada botijão de 13 kg terá um aumento de R$ 1,05.
“A tendência é de aumento, mas o preço é livre. Pode haver distribuidores que não queiram repassar a alta, mas não consigo imaginar um cenário em que uma revendedora receba um aumento de R$ 0,10 e não repasse aos consumidores na bomba”, explica Vitor Sabag, da Gasola, empresa de tecnologia que atua na gestão e no monitoramento do consumo de combustíveis, em texto divulgado pela Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis).
