por Metrópoles
Postado em 18 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs
A ocorrência do “cecê” é normal no organismo e acontece devido à interação entre o suor e as bactérias, especialmente as que vivem no suvaco. A interação entre os dois libera ácidos e compostos com um odor forte e pouco agradável às nossas narinas.
A diferença na intensidade do cheiro nas pessoas está ligada a diferentes fatores, incluindo microbiota, quantidade de pelos e da produção de suor e composição química do indivíduo. “Tecidos sintéticos também seguram suor e calor, acumulam bactérias e ‘fixam’ cheiro. Além disso, dietas ricas em alho, cebola, curry, álcool e proteína também podem intensificar odor em algumas pessoas”, aponta Alarcão.
Apesar de ser uma dica simples, é considerada bastante eficaz. O ideal é lavar as axilas de uma a duas vezes por dia com um sabonete suave, além de secá-las bem, evitando a umidade no local. Quando não enxugadas adequadamente, a proliferação bacteriana pode ser maior e aumentar o odor.
O ideal é optar por roupas de algodão ou tecidos mais leves e “respiráveis” e evitar as que apertam demais o corpo, para diminuir o atrito e a irritação da pele.
aparar ou remover os pelos é uma alternativa viável para melhorar a ventilação na axila e tornar a retenção de suor menor.
É essencial escolher o antitranspirante correto para proteger a axila.
“Receitas caseiras não são inofensivas. Limão, vinagre e bicarbonato podem irritar, manchar e até queimar a pele.
