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Postado em 18 de Março de 2026 às 09:00 hrs
As mobilizações reforçam a pressão sobre o governo Zema (Novo) e buscam ampliar o apoio da população às reivindicações da categoria.
Trabalhadores e trabalhadoras da educação de Minas Gerais decidiram manter a greve iniciada no último dia 4 de março. A deliberação ocorreu em assembleia realizada na quarta-feira (11), no pátio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), reunindo profissionais de diversas regiões do estado.
O movimento reivindica a recomposição salarial de 41,83%, referente às perdas acumuladas entre 2019 e 2025 durante a gestão do governador Romeu Zema. Além da reposição, a categoria apresenta uma série de demandas que integram a Campanha Salarial Educacional de 2026.
“A responsabilidade por esta greve é do governador Romeu Zema e do vice-governador Matheus Simões, que tiveram 300% de reajuste nos seus vencimentos e tratam a educação da forma como tratam, com esse salário de fome, que é o pior salário do Brasil”, disse a coordenadora do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), Denise Romano, nas redes sociais.
