por José Antônio
Postado em 17 de Dezembro de 2009 às 10:00 hrs
Nesta vida tão passageira você vê desaparecer, fisicamente falando, as pessoas que você tanto respeita, e que servem como ponto de referência na vida. A morte do "seu" Armindo Barbosa, o Miguelinho de Araxá, deixa esse escriba com um vazio muito grande, pois era admirador dos seus pensamentos tão valorosos. Sabia que ele era contrario a algumas opiniões radicais que, às vezes costumava emitir na imprensa. Sugeria moderação nos gestos e nas palavras. Aos poucos tento corrigir esse e outros defeitos, que ele nos mostrava com austeridade, porém com a brandura dos sábios. O seu professor sofrimento me ajuda a entender um pouco das barreiras que nos foi imposta ultimamente na parte fisica, joelho, coluna e etc. Se aconteceu é porque colaboramos para isto. Resta erguer a cabeça, e marchar rumo a evolução. Não esqueço os seus conselhos, a sua forma de observar a vida. Lembro-me das garrafas de melado para proteger minhas filhas contra os problemas de saúde. Elas nunca tiveram problemas graves graças a Deus e ao Miguelinho de Araxá. Elas não esquecem, e pedem a benção do "vô" querido.
"Seu" Miguelinho desculpa, se não tive a oportunidade de atender todas as suas expectativas. Estou lutando para melhorar a minha pessoa, tentando seguir as suas palavras. Onde o senhor estiver receba as orações minhas, da Sandra, Rafaela, Ana Lúcia e Helena.
P.S. Nosso abraço a dona Donária e a toda familia do Miguelinho de Araxá, que nesse momento descansa na paz de Deus.