A decisão de Suprema Corte dos Estados Unidos de derrubar a maior parte do tarifaço do governo de Donald Trump provocou uma onda de euforia no mercado financeiro. A bolsa de valores bateu recorde e superou a marca de 190 mil pontos pela primeira vez. O dólar caiu para menos de R$ 5,20 e alcançou o menor nível em quase dois anos.
O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta sexta-feira (20) aos 190.534 pontos, com alta de 1,06%. Ações de mineradoras e de bancos, com grande peso no índice, lideraram os ganhos.
Na semana, encurtada pelo carnaval, a bolsa brasileira subiu 2,18%. A bolsa acumula alta de 18,25% em 2026.
O dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,176, com recuo de R$ 0,051 (-0,98%).
A moeda estadunidense está no menor nível desde 28 de maio de 2024, quando estava em R$ 5,15. A divisa caiu 1,03% na semana e acumula queda de 5,69% em 2026.
A frase-titulo do livro é um manifesto da autora, a jornalista Carine Tavares, após dez anos acompanhando a memória do pai, o médico Clóvis Tavares, deixando o aos poucos.
Na contramão da doença - e para manter viva a memória do pai - Carine conversou com familiares, amigos, colegas de trabalho e pacientes. Um mergulho na história do médico que se tornou paciente.
Clóvis foi diagnosticado com demência subcortical isquêmica em 2016, o que iniciou uma peregrinação em busca de informações, especialistas e formas de aproveitar o tempo de lucidez do pai. Na obra, a autora desenha as fases da doença e conta sobre a fragilidade do atendimento e acompanhamento médico ainda pouco humanizados. Daí surgem sugestões para quem cuida de pessoas com demências conseguir navegar pelas dores e respiros trazidos pela condição.
Em “Eu sei que ele é”, Carine compartilha o que aprendeu nesta década sendo filha e cuidadora, enquanto busca manter vivas as experiências de Clóvis como pai, médico, amigo e entusiasta do sistema de saúde humanizado.
"Eu sei quem ele é" é um lembrete de que o impacto de uma vida dedicada ao próximo nunca se apaga. Ele permanece vivo na memória daqueles que foram tocados por seu cuidado. Isso é legado.” -- Guilherme Tavares, publicitário, criador da capa e filho de Clóvis Tavares
Sobre a autora:
Carine Tavares é jornalista, escritora e especialista em produções especiais para audiovisual. Em quinze anos de Globo, foi produtora, chefe de reportagem, chefe de produção de rede e editora executiva. Produziu o documentário “Uma Gota de Esperança”, exclusivo do Globoplay. Também produziu e dirigiu edições do Globo Repórter em Minas Gerais. Atualmente é Coordenadora de Rádio e TV do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. “Eu sei quem ele é” é seu primeiro livro.
Vendas do formato físico pelo perfil do Instagram @oateliedehistorias. Ebook disponível na Amazon Kindle.
1994, equipe de jornalismo da Radio Cidade: Marcos Roberto, Luciano Faria, Robson Magela, Eveline Drummond, Adauto Rafael, Tony Galvão e Iris Santiago.
Haroldo Oliveira: Um "Monstro Sagrado", como dizia o Mestre Atanagildo Côrtes!
NR - Meu caro Haroldo, nosso Tadeu é responsavel pela cura de muitos sofrimentos em Araxá.
Alexandre Oliveira: Pena q não conseguiram administrar como todos nós gostaríamos q fosse!!!
NR - Se é que entendi bem posso dizer que Tadeu criou o maior espaço para cuidar da saúde em nossa cidade. O doutor Jose Alberto de Camargo assinava a suas obras. As administrações em Araxá falharam no seu apoio que deixou faltar nos momento mais importantes.
Time do Ferrocarril.
Ney Da Costa: Tudo indo kkkk.
NR - Todos nós iremos kkkkkk.
Márcio Antônio: Onde é essa igreja?
Pedro Alves Barcelos Filho; Márcio Antônio, Primeira Igreja do Rosario de Araxá demolida nos anos 50. E construida outra atual inicio da rua Belo
Horizonte.
Francisco De Asis Rosa: Esse time empatou com o Atlético no Mineirão e o Jair fechou o gol.
NR - em pé: Jair, Aripe, Goiano, Claudio, Mauro e Alaor. Agachados: Silva, Caca, Gil, Rogerio e Maurinho.
O jogo foi em 78, no Mineirão e saiu 1 x 1 mas o adversario foi o Cruzeiro. Toninho Campos marcou para o Araxá e Paulo Luciano empatou para o Cruzeiro.
Em pé: Claudio, Eduardo, Franklin, Celton, Zague e Esmeraldo.
Agachados: Germano, Helio Preto, Nato, Spencer e Geraldino.
César Sebastião de Andrade: Quem é esse Hélio Preto??
NR - Amigo esse Helio jogava no Vila Nova, de Nova Lima, veio e jogou só essa partida quando o Araxá ganhou do Vila Nova por 1 x 0. Depois ninguem sabe ninguem viu nunca mais ouvi falar de Helio Preto.
Globo avisa afiliadas de que pode encerrar contratos se fizerem propaganda de candidatos; nos últimos anos, emissora passou a ser mais rígida com parceiras que descumprem regras.
Ana Furtado assina com o SBT e vai comandar nova temporada do Fábrica de Casamentos.
Com desfiles de escolas de samba, Globo alcança 56 milhões de pessoas no Carnaval; apresentações das agremiações de São Paulo e Rio de Janeiro conseguem grande público no ano.
Diminuir a altura, com o passar do tempo faz parte do processo natural de envelhecimento, 1 centímetro por década a partir dos 50 anos. A partir dos 70 acelera. Daqui a pouco o outrora gigante será chamado de “vara de apanhar abacaxi”.
Sucesso para o patrocinador master do clube, o senhor Diogo Ferreira, araxaense, residente nos Estados Unidos. Se fizer sucesso dentro de campo venderá muitas cotas do seu parque aquático.
O Araxá Esporte recebeu de mão beijada a Vila Olímpica, anos passados, década de 80. Dirigentes inescrupulosos ficaram com o dinheiro da venda da propriedade gerando prejuízos para associados, inclusive proprietários de títulos remidos.
Mais de 300 periquitos morreram após a queda de um eucalipto em Lajeado Novo, no Maranhão, na terça-feira (27). Segundo informações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), os animais se escondiam de chuva forte, que derrubou a árvore.
Das aves que estavam abrigadas na árvore no momento do temporal, algumas ficaram feridas e outras conseguiram voltar a voar. As mais debilitadas foram capturadas por moradores da região.
Gesto de levantar a taça foi criado por brasileiro
por Itatiaia
Postado em 20 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs
Um dos gestos mais icônicos do futebol mundial - erguer o troféu acima da cabeça após a conquista de um título - nasceu de forma espontânea pelas mãos de um brasileiro. A cena histórica aconteceu na Copa do Mundo de 1958, quando o zagueiro e capitão da Seleção Brasileira, Bellini, levantou a taça Jules Rimet após o apito final da decisão contra a Suécia. O gesto, que hoje é repetido em praticamente todas as competições esportivas do planeta, tornou-se tradição a partir daquele momento.