por Agência Brasil
Postado em 14 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs
nesta época, há tipos de golpes que se tornam mais frequentes, especialmente em ambientes com grande circulação de pessoas e consumo imediato. O golpe da maquininha é comum nesses locais movimentados.
além da troca de cartões, existem golpes como roubo de dados, com o uso de maquininhas adulteradas, cobrança duplicada com falsa alegação de erro na transação ou mesmo alteração de valores digitados na maquininha, que podem transformar o carnaval numa dor de cabeça.
Além dessas estratégias golpistas no meio da folia, há outros caminhos feitos por criminosos, como golpes envolvendo o PIX com falsos QR Codes. Segundo Felipe Paniago, para reduzir os riscos, é importante adotar cuidados específicos ao utilizar esse meio de pagamento.
Entre as principais recomendações estão ativar senha, biometria ou reconhecimento facial para cada transação, conferir sempre o valor exibido na tela da maquininha antes de confirmar o pagamento, evitar maquininhas suspeitas ou fora do padrão habitual, configurar um limite baixo para o PIX por aproximação e reforçar a segurança do celular com bloqueio de tela e proteção extra para aplicativos bancários.
![]()
por Agência Brasil
Postado em 14 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs
Para proteger os cidadãos e ajudá-los a comunicar de forma eficiente e ágil as ocorrências de roubos e furtos de aparelhos, o Ministério da Justiça e Segurança Pública disponibiliza o aplicativo Celular Seguro para dispositivos eletrônicos e a versão web, no site do Celular Seguro, que ajudam evitar golpes e prejuízos à vítima.
O usuário também pode registrar a ocorrência pelo Celular Seguro usando outro aparelho telefônico, tablet ou computador. Não é necessário ter registro prévio no aplicativo, nem informar o Imei (Identificação Internacional de Equipamento Móvel), que é a identidade única atribuída ao aparelho e tem de 15 a 17 dígitos.
Caso ocorra alguma situação de roubo, perda ou furto do aparelho, o próprio usuário ou a pessoa de confiança indicada poderá criar um alerta por meio do site ou aplicativo.
Antes de comprar um celular usado, a pessoa também pode consultar se o aparelho tem restrições nas bases de dados do Celular Seguro e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
![]()
por Sergio Marchetti (convidado especial de Luis Borge
Postado em 14 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs
Quando vejo a crueldade humana ultrapassando todos os limites — feminicídio, latrocínio, estupro — e o poder corrompendo pessoas, tornando-as más e desonestas, confesso que a descrença, às vezes, se impõe.
Nas organizações, o cenário também preocupa: assédio moral, relações agressivas e recordes de afastamentos por adoecimento mental.
Esses fatos me desafiam profundamente, especialmente por atuar na Formação de Líderes.
Ainda assim, ao acompanhar estudos sobre liderança contemporânea, governança, gestão de pessoas, novos perfis de líderes e métodos de trabalho, percebo que há esperança. Mais do que isso: sigo alinhado às tendências mais atuais, pois tenho buscado desenvolver conteúdos voltados a uma gestão humanizada, com profissionais valorizados, motivados e genuinamente engajados.
A tecnologia transformou o mundo, a globalização encurtou distâncias e as pessoas passaram a viver de outras formas. Mesmo assim, muitos conceitos essenciais permanecem e seguem sendo alicerces sólidos.
No fim dos anos 1980 e início dos anos 1990, Peter Senge já nos falava da Organização que Aprende, sustentada por cinco disciplinas que continuam absolutamente atuais: Domínio Pessoal, Modelos Mentais, Visão Compartilhada, Aprendizagem em Grupo e Pensamento Sistêmico.
E não para por aí. Hersey e Blanchard, James Hunter, Dave Ulrich, Daniel Goleman, entre tantos outros, deixaram contribuições fundamentais. Modelos de liderança do passado seguem sendo a base da eficácia do líder exponencial de hoje.
A roda já foi inventada — e aprimorada inúmeras vezes. Girava nas carroças; hoje, sustenta aeronaves.
A liderança contemporânea, salvo raras exceções, desenvolve e capacita pessoas para que adquiram habilidades e conhecimentos capazes de gerar impacto real na vida pessoal e profissional. Assim, cria-se um ciclo virtuoso, contínuo, de aprendizado e resultados inovadores.
Ambientes assim despertam orgulho, reconhecimento e pertencimento. Tornam-se espaços saudáveis, com energia positiva, leveza nas relações e promoção genuína de bem-estar e felicidade.
E deixo aqui um recado aos líderes que me leem: a maior competência profissional — e também pessoal — é a capacidade de adaptação contínua.
O curso de Formação de Líderes e Gerentes começa no dia 3 de março.
Você está convidado.
Entre em contato.
Sérgio Marchetti é consultor organizacional, palestrante e Educador. International Certification ISOR em Holomentoring, Coaching & Advice (coaching pessoal, carreira, oratória e mentoria). Atuou como Professor de pós-graduação e MBA em instituições como Fundação Getúlio Vargas, Fundação Dom Cabral, Rehagro e Fatec Comércio, entre outras. É pós-graduado em Administração de Recursos Humanos e em Educação Tecnológica. Trinta anos de experiência em trabalhos realizados no Brasil e no exterior. www.sergiomarchetti.com.br

por
Postado em 14 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs
por
Postado em 13 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs



por José Antonio Luiz Filho
Postado em 13 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs

por
Postado em 13 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs
Comentários
por
Postado em 13 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs

FOTOS DE ARAXÁ ONTEM E HOJE-DEMOCRÁTICOS
Comentáriospor Ana Lucia Luiz
Postado em 13 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs



por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 13 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs

Comentários
por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 13 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs
Comentários
por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 13 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs

Comentários
por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 13 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs
Comentários
por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 13 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/Y/Y/ABqKl9QrSKwSfuRRU0xg/dsc00288.jpg)
Comentários
por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 13 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs

Comentários
por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 13 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs

Comentários
por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 13 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs
Comentários
por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 13 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs
por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 13 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs

por
Postado em 13 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs
Segundo o nutricionista Breno Lozi, por ser um alimento seco, o arroz não possui a capacidade de conduzir bactérias e outros micro-organismos. Por este motivo, a lavagem do ingrediente antes do preparo se torna desnecessária.
"Lavar o arroz pode fazer com que ele perca alguns nutrientes. Além disso, o ponto de ebulição da água em fervura para cozinhar o arroz tem o poder de eliminar qualquer micro-organismo nocivo à saúde", explica Breno.
Ao ser lavado, o arroz, além de correr risco de ficar grudado em decorrência da perda de amido, tende a perder sua película protetora, ficando mais suscetível à contaminação por bactérias e micro-organismos. Com a higienização, o ingrediente ainda pode perder praticamente todos os seus nutrientes, como ferro, fósforo, potássio e vitaminas do complexo B.
É importante saber diferenciar o que é ou não sinal de que o ingrediente precisa ser higienizado. O pó que o arroz branco solta, por exemplo, costuma ser confundido com sujeira ou resíduo de algum produto químico, mas não passa de partículas do próprio alimento, que se soltam do grão devido ao processo de polimento que ele passa.
Já os tipos de arroz mais processados precisam, sim, ser lavados antes do cozimento. É o caso dos parboilizados, que recebem clarificação, aromatizantes, conservantes e banhos industriais antes de serem embalados.
