por
Postado em 31 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
A ansiedade sentida por muitos ao visitar médicos ou dentistas é um desafio emocional que pode atrasar cuidados necessários. Problemas como iatrofobia, o medo clínico de médicos, e dentofobia, medo intenso de dentistas, são comuns e afetam diretamente o bem-estar de uma pessoa, impedindo-a de buscar tratamentos essenciais.
A questão, porém, não está apenas no tratamento em si. Os sentimentos de ansiedade frequentemente têm raízes em experiências pessoais negativas e no temor do desconhecido.
A possibilidade de ouvir más notícias durante uma visita pode ser aterrorizante, e a “Síndrome do Jaleco Branco” – onde a simples presença em ambientes clínicos provoca aumento na pressão arterial – ilustra bem como o corpo reage ao estresse desses ambientes.
Evitar consultas médicas por medo traz riscos significativos à saúde. Pacientes que fogem dos consultórios podem desenvolver complicações como problemas periodontais e outros males relacionados à saúde bucal.
Além dos impactos físicos, as consequências emocionais e sociais são notáveis. Problemas dentários não resolvidos podem afetar a autoestima e causar constrangimento social, influenciando até mesmo a vida profissional.
Superar esses medos é crucial para manter a saúde. Estabelecer uma comunicação aberta com o profissional de saúde pode aliviar a ansiedade, permitindo ao paciente se familiarizar com os procedimentos.
Comentáriospor
Postado em 31 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
No detalhamento por estado, o levantamento revelou os cinco maiores percentuais de consumo regular, com adultos que bebem álcool pelo menos uma vez por semana:
1. Rio Grande do Sul – 34%
2. Mato Grosso do Sul – 31,3%
3. Santa Catarina – 31%
4. São Paulo – 31%
5. Minas Gerais – 30,3%
Apesar do protagonismo estadual, o próprio IBGE indica diferenças relevantes entre áreas urbanas e rurais: 27,5% dos moradores de cidades consomem álcool semanalmente, contra 19,7% nas zonas rurais.
Comentáriospor
Postado em 31 de Dezembro de 0025 às 09:00 hrs
O eclipse solar total de 2027 está programado para ser um dos eventos celestes mais significativos do século XXI. Em 2 de agosto, a Lua irá bloquear totalmente o Sol por 6 minutos e 22 segundos, tornando este o eclipse mais longo do século.
Esse fenômeno extraordinário resulta de um alinhamento raro de fatores astronômicos. A Terra estará em seu afélio, enquanto a Lua estará no perigeu, proporcionando essa duração atípica.
Especialistas e observadores em astronomia estão se preparando para esse evento, que ocorrerá em uma estreita faixa de totalidade de aproximadamente 257 quilômetros de largura. Essa faixa passará por países como:
Fora dessa faixa, o eclipse será visto parcialmente, com apenas parte do Sol encoberto. Essa totalidade incomum é particularmente importante para pesquisadores, que aguardam a oportunidade de realizar estudos precisos da coroa solar e de testar equipamentos ópticos avançados.
Comentáriospor
Postado em 31 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
por Blog Aurelio Ribeiro
Postado em 30 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs

por
Postado em 30 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
por
Postado em 30 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
da esquerda para a direita: Adolfo Martins, Nenem do Tião Ribeiro, ???, Zé Orcalino, Angelo Amazilio, Rocha Orcalino, Zé Baiano,Geraldo Olegário, ???, Gonçalinho, ???, ???, Omar do Tião Ribeiro, Totonho do Zeca e Sebastião Gonçalves.

Foto: Jairo Martins
Comentáriospor
Postado em 30 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
Itaipu nos anos 1950. As casas dessa foto não existem mais. Era um paraíso. Muitas crianças, brincadeiras ao ar livre no gramado perto dos trilhos. O senhor no meio da foto é Ovídio, que fez doação do terreno para construção da Escola Eunice Weaver.

por Ana Lucia Luiz
Postado em 30 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs




Comentários
por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 30 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
Comentários
por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 30 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 30 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
Comentários
por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 30 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
Comentários
por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 30 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs

Comentários
por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 30 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs

Comentários
por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 30 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs

Comentários
por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 30 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs

Comentários
por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 30 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs

Comentários
por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 30 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs

Comentários
por Jornal O Tempo
Postado em 30 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
O termo vem do francês “réveiller”, que quer dizer “acordar”, e começou a ser utilizado no século 17 para descrever festas da nobreza da França que viravam a noite. Elas ocorriam na véspera de eventos importantes, inclusive na virada do ano, que foi a data em que realmente se consolidaram ao longo do tempo.
No século 19, o Réveillon se estendeu para outros países onde a França tinha forte influência cultural – o que, naquela época, significava boa parte do Ocidente. No Brasil, a Corte de Dom Pedro 2º incorporou a tradição, que depois se espalhou entre as elites de outros estados além do Rio de Janeiro.
Já outro hábito de Ano-Novo, o de vestir branco na data, é brasileiro. Sua origem é religiosa: fiéis do candomblé e da umbanda seguem a tradição de se vestir de branco nos rituais em homenagem a Iemanjá. Com a repetição dos rituais na virada do ano à beira-mar, ela se espalhou para pessoas de outras religiões e mesmo para quem não segue nenhuma. Em vez do significado espiritual, a cor ganhou outras conotações com o tempo, como desejo de paz e prosperidade.